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DogPhd Comportamento Canino
Adestramento de cães: a Dra. Bianca Santana em pé numa estrada de terra, com a mão estendida, orientando três cães sentados à sua frente

Adestramento de cães: quando o problema é comportamental

O adestramento ensina comandos e rotina. Quando o problema nasce de medo, ansiedade, dor ou trauma, a avaliação clínica comportamental mostra o que está por trás.

Conheça a Dra. Bianca Santana

O adestramento de cães é um trabalho valioso: ensina comandos, organiza a rotina, melhora o passeio e ajuda o cão a conviver bem com a família e com a cidade. Muitas questões do dia a dia são bem conduzidas por um bom adestrador. Mas há casos em que o cão aprende o comando e, ainda assim, não consegue cumpri-lo em certas situações, porque o que está por trás é medo, ansiedade, dor ou um trauma. Esta página ajuda a reconhecer esses casos e explica o que muda quando a avaliação é feita por médica veterinária.

O que o adestramento faz bem

Um bom adestrador ensina o cão a sentar, esperar, vir quando chamado, andar sem puxar e respeitar as regras da casa. Também orienta a família a se comunicar de forma clara e consistente. A AVSAB, sociedade americana de veterinários dedicados ao comportamento animal, lembra que aprender boas maneiras e habilidades ajuda os cães a conviver em harmonia com as pessoas, e que questões comuns como pular nas pessoas, latir e aprender onde fazer as necessidades podem ser conduzidas com ajustes no ambiente e reforço das respostas desejadas.

Para um filhote recém-chegado, para um cão adulto que nunca aprendeu regras ou para quem quer um passeio mais tranquilo, o adestramento costuma ser o caminho natural.

Quando o problema não é falta de treino

Capa do vídeo da DogPhd sobre adestramento de cães: cão de focinho escuro apoiado numa mureta perto de uma piscina, com o título "Gastei muito com adestramento e não resolveu"Assistir ao vídeo da @dog.phd: Por que o adestramento sozinho nem sempre ajuda o cão que sofre quando fica sozinho. (abre no Instagram)
Por que o adestramento sozinho nem sempre ajuda o cão que sofre quando fica sozinho.Ver no Instagram

Alguns sinais indicam que a queixa vai além do aprendizado de comandos:

  • o cão obedece em casa, mas “esquece” tudo diante de outro cão, de uma visita ou de um barulho;
  • as reações são intensas, com latidos, investidas, rosnados ou mordidas;
  • ele sofre quando fica sozinho, destrói portas, chora ou faz as necessidades fora do lugar só nessas horas;
  • treme, se esconde ou tenta fugir com sons, lugares ou pessoas;
  • repete comportamentos sem função aparente, como lamber, girar ou perseguir a cauda;
  • o comportamento mudou de repente, sem motivo claro;
  • as correções deixaram o cão mais tenso, e não mais tranquilo.

Nesses casos, ensinar mais comandos não muda o que o cão sente. Um cão que avança no passeio por medo, por exemplo, precisa primeiro de um plano para esse medo. Veja o que costuma estar por trás do cão que reage no passeio. Da mesma forma, o cão que entra em sofrimento quando a família sai de casa não está desobedecendo; entenda como reconhecer o sofrimento do cão que fica sozinho.

Por que a avaliação clínica vem antes

A AVSAB afirma que problemas sérios, como medo, agressividade, ansiedade de separação, fobia de barulho e compulsões, devem sempre ser avaliados por um veterinário, para que haja um diagnóstico preciso, um plano de tratamento e a exclusão de condições médicas que possam contribuir para o quadro. Para esses casos, a entidade descreve um plano com manejo do ambiente, modificação de comportamento e, em alguns casos, medicação.

A saúde pesa mais do que parece. O Manual Veterinário MSD lembra que qualquer doença que cause dor ou desconforto, como coceira ou náusea, pode aumentar a irritabilidade e a agressividade. Um cão com dor na coluna que rosna ao ser pego no colo não precisa de mais disciplina: precisa ser examinado.

O que muda com a médica veterinária comportamental

Na DogPhd, o ponto de partida é a avaliação clínica comportamental conduzida pela Dra. Bianca Santana, médica veterinária com mais de 14 anos de experiência prática em comportamento canino. Conheça como funciona a clínica comportamental na DogPhd. Na prática, a avaliação:

  • investiga fatores de saúde que podem estar influenciando o comportamento;
  • busca a origem emocional da queixa, e não só o que o cão faz;
  • considera o histórico, o ambiente e a dinâmica da família;
  • define um plano de tratamento com manejo, mudanças na rotina e trabalho comportamental com recompensa;
  • inclui, quando necessário, a avaliação de medicação, que é feita em consulta presencial.

O tratamento é acompanhado ao longo do processo, presencialmente em SP e região ou online para todo o Brasil. A evolução depende de cada cão e da participação de quem convive com ele.

Os dois trabalhos podem se somar

Avaliação clínica e adestramento não competem. Em muitos casos, depois que a origem do problema é tratada, o ensino de comandos e rotinas ajuda o cão a seguir em frente. A própria AVSAB orienta que, quando um adestrador encontra dificuldade para mudar um comportamento, ele pode encaminhar o caso a um veterinário. Se você chegou aqui pensando em procurar um psicólogo para o seu cão, vale ler quem cuida das emoções e do comportamento do cão.

Como escolher um adestrador

Se você procura um adestrador perto de você, algumas perguntas ajudam:

  • Quais métodos usa? A AVSAB recomenda apenas métodos baseados em recompensa e pede que se evitem enforcadores, coleiras de pinos, coleiras de choque, gritos, puxões de guia e técnicas como virar o cão de barriga para cima à força.
  • Como explica o comportamento? A mesma entidade desaconselha profissionais que se apoiam em ideias de “dominância” ou de “líder da matilha”.
  • O que faz quando há medo ou agressividade? Um bom profissional reconhece o limite do treino e encaminha quando é preciso.

Adestramento internato e imersão clínica

Muita gente procura o internato de adestramento quando a rotina de casa não está dando conta. A DogPhd tem uma proposta diferente: a imersão terapêutica na sede, em Araçoiaba da Serra, com três cadelas preparadas, durante 15 dias. Ela não é um curso de obediência: é um tratamento indicado depois da avaliação, com foco em regulação emocional e convivência, e a família participa do processo antes e depois.

Dra. Bianca Santana, médica veterinária de comportamento canino, sorrindo de chapéu e óculos de sol, abraçada a um rottweiler de coleira com o nome Mamba

Quem vai atender o seu cão

Dra. Bianca Santana

Médica veterinária, à frente da DogPhd

  • Mais de 14 anos de experiência prática em comportamento canino
  • Formada em Medicina Veterinária, com formação em análise do comportamento aplicada ao bem-estar animal
  • Mais de 10 anos conduzindo casos com matilha
  • Sede da DogPhd em Araçoiaba da Serra (SP)
Conheça a trajetória da Dra. Bianca

Avaliações no Google

O que tutores atendidos pela DogPhd escreveram no perfil do Google, com o texto original.

O trabalho da Bia é de excelência! Recomendo demais

Joice Passosno Google, junho de 2025

Foi incrível poder ver o trabalho da Bianca junto com a matilha dela. Eles cuidaram muito bem do meu cachorro. Fiquei extremamente segura e feliz com o comportamento dele durante e após a estadia na Dog Phd. Recomendo muito!

Rafaela Parpinelno Google, outubro de 2024

A Bianca faz a diferença nas nossas vidas desde que pegamos a nossa Serena! Profissional extremamente competente, atenciosa, confiável e cuidadosa! Deu dicas valiosas para lidarmos com as dores e as delícias de ter uma filhote dentro de um apartamento! Hehe Além de ser uma pessoa incrível e dona de uma matilha muito especial! 💜

Camila Lisboano Google, maio de 2024
Ver mais 4 avaliaçõesMostrar menos avaliações

O Chico veio para casa com quase 8 meses de idade, com pouca, ouso dizer, nenhuma socialização. Era um cão extremamente reativo. No alto dos seus 3,6 kg, latia para tudo e para todos.

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Tinha um medo específico de mulheres: rosnava, tentava morder a canela. Também não podia receber visitas e, quando recebia, elas mal podiam se mover.

Comecei o adestramento pouco tempo depois que ele chegou. Ele aprendeu os comandos muito rápido, mas a socialização continuava bem difícil.

Após visitar minha família em Minas (e vivenciar episódios intensos de reatividade com as mulheres da casa ) vi que as viagens de fim de ano não seriam tão tranquilas quanto eu imaginava. Foi quando decidi procurar a Bianca para uma avaliação.

Conversamos bastante sobre o histórico do Chico e a rotina que levávamos, e entendemos que a imersão com a matilha seria o tratamento mais indicado para nós dois.

Com muita paciência, profissionalismo e respeito ao tempo atípico do Chico (acredite, está pra nascer mais desconfiado), a Bianca conseguiu baixar a guarda dele.

Hoje, ele é um cão que senta e deita para esperar e relaxar, algo que eu nunca tinha visto antes da imersão. Antes, era extremamente alerta: vivia em pé e, até para dormir, se posicionava de forma que facilitasse levantar rapidamente. Agora, dorme deitado de lado, completamente relaxado.

Após a imersão, foi aprovado em duas creches. Também notei uma grande evolução nos treinos, e ele já permite uma aproximação maior de pessoas desconhecidas. Hoje, frequenta uma creche cujo manejo é feito apenas por mulheres e interage bem com outros cães, algo que, no cenário anterior, eu não conseguiria imaginar.

Vinícius Motta de Siqueira Camposno Google, março de 2026

Adotei uma cachorrinha vítima de maus tratos e a Bianca soube me orientar em todo o manejo e dessensibilização dela. Em um mês seguindo as orientações já tivemos avanços. Hoje minha cachorrinha faz as necessidades no local correto, permite que eu dê banho, brinca com brinquedos, corre e demonstra alegria. Recomendo o trabalha da Bianca, ela tem conhecimento, experiência e não recorre à violência!

Nicole Castrono Google, março de 2026

Bianca mudou a vida do Pepi e Senna. A ansiedade de separação do Senna foi muito atenuada, nunca mais tivemos reclamações de latidos e o Pepi também ficou muito mais confiante e independente. O adestramento com a matilha realmente é muito efetivo e Bianca é uma super profissional.

Luisano Google, fevereiro de 2026

Resgatamos um filhote em setembro, moramos em apartamento, e tivemos muitos problemas de comportamento com a cachorra, no sentido de roer os móveis, latir descontroladamente, a ponto de incomodar os vizinhos, comer comida que está na mesa, pular nas pessoas, fazer as necessidades em locais inadequados etc.

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A situação estava muito conflituosa no ambiente familiar, pois gerava muito stress, principalmente, nos horários das refeições em família, pois acabava sendo um verdadeiro duelo. Muitos familiares e pessoas próximas insistiram que deveríamos doar a nossa cachorra devido ao dia-a-dia conturbado que acarretava. Contudo, como gostamos muito da nossa au-au, resolvemos procurar o adestramento a fim de resolver essas questões inconvenientes e, para a surpresa, encontramos a Bianca. Agendamos uma visita para fazer um primeiro contato e logo de imediato, a Bianca nos passou uma confiança muito grande no trato com nossa cachorra, algumas primeiras questões posturais e de interação já demonstraram serem eficazes naquele primeiro momento. Com isso, acabamos fechando o período de adestramento com ela, nesse interim, ela nos passava vídeos da rotina do adestramento e dicas para lidar com questões de muita ansiedade e de apelo por atenção que nossa cachorra tem. Uma recomendação que passo para quem contratar o serviço é fazer anotações de todos os áudios, pois serão inúmeras dicas valiosas e que são fáceis de se perder com tantos áudios, além de ficar um guia-rápido para lidar com qualquer questão que deixe o tutor indeciso com seu cachorro. Após o período de adestramento, nossa cachorra retornou muito mais sociável do que estava. As questões de inconveniência relatadas foram dirimidas em grande parte, outras ainda permanecem, mas dentro da normalidade esperada para um filhote. Nossa postura, pelas dicas que nos foram passadas, também, tem ajudado bastante a manter o adestramento em linha com que esperamos de um cachorro tranquilo e o dia-a-dia em família tem sido muito mais sadio. Espero que esse relato ajude muitas pessoas a acreditar que o adestramento é um serviço tão importante quanto outras questões que são impreteríveis ao pet, como a vacinação, a castração, os cuidados estéticos e de remédios que acabam gerando custos que nem sempre algumas pessoas veem como necessários por se tratar de apenas um cachorro, mas que criam enormes inconvenientes que ficam difíceis de medir com a rotina diária da família. Muito obrigado Bianca!

Fabio Vernino Google, fevereiro de 2024

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre adestrador e médica veterinária comportamental?

O adestrador ensina comandos, rotinas e boas maneiras. A médica veterinária comportamental investiga por que o comportamento acontece, inclusive causas de saúde e emocionais, e monta um plano de tratamento. Os dois trabalhos podem caminhar juntos.

Como saber se meu cão precisa de adestrador ou de avaliação clínica?

Se o cão está bem e só precisa aprender comandos e regras da casa, o adestramento costuma dar conta. Se há medo, agressividade, sofrimento ao ficar sozinho, reações intensas ou uma mudança repentina, vale começar pela avaliação clínica comportamental.

Como escolher um adestrador perto de mim?

Prefira profissionais que trabalham com recompensa e explicam o que estão fazendo. Desconfie de quem usa coleira de choque, enforcador, gritos ou fala em mostrar ao cão quem é o líder. Pergunte também como o profissional age quando o caso envolve medo ou agressividade.

O adestramento ajuda em casos de agressividade?

Comandos bem ensinados ajudam no manejo do dia a dia, mas, quando a agressividade nasce de medo, dor ou ansiedade, treinar obediência não trata a origem. A AVSAB recomenda que casos de agressividade sejam avaliados por veterinário, que investiga causas clínicas e monta o plano de tratamento.

Adestramento internato e Matilha Terapêutica são a mesma coisa?

Não. São propostas diferentes. A Matilha Terapêutica é uma imersão clínica de 15 dias, indicada depois da avaliação, que trabalha regulação emocional e convivência com cadelas preparadas e inclui a família no processo.

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Conte o caso do seu cão. A Dra. Bianca responde pelo WhatsApp com os próximos passos.

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